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Francisco Limma alerta sobre invasão de bases por aliados: "problemas virão mais cedo ou mais tarde"

Segundo ele, a prática é indevida e que os aliados devem respeitar os pactos de boa convivência entre os partidos do Palácio de Karnak.

31/03/2025 às 12h48

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O deputado estadual Francisco Limma, do Partido dos Trabalhadores (PT), afirma que a prática realizada por aliados governistas quanto a invasão de bases eleitorais uma hora ou outra tratá efeitos adversos e, consequentemente, problemas passíveis de punição. Segundo ele, a prática é indevida e que os aliados devem respeitar os pactos de boa convivência entre os partidos do Palácio de Karnak.

Francisco Limma alerta sobre invasão de bases por aliados: "problemas virão mais cedo ou mais tarde" - (Assis Fernandes / O DIA) Assis Fernandes / O DIA
Francisco Limma alerta sobre invasão de bases por aliados: "problemas virão mais cedo ou mais tarde"

Ao O Dia, Limma destacou que o tema, apesar de ser polêmico, deve ser debatido entre os aliados da base, como forma de coibir a prática realizada por outros políticos piauienses.

“Eu acho que a política é feita por pactos. Quem acha que passa a perna nos outros termina se embolando, às vezes, nas próprias pernas. Então, o que a gente precisa é que todos os partidos tenham que ter pactos de boa convivência e respeito às outras lideranças para poder sobreviver. Acho que esse é o desafio. Se qualquer um que age tentando atropelar o outro, vai ter problema mais cedo ou mais tarde”, disse.

Apesar de não ser uma prática nova na política, ele ressaltou que os políticos da base governista, antes de mais nada, devem saber respeitar os redutos eleitorais de aliados.

“Tem que melhorar a abordagem às lideranças, estão prometendo o que não podem cumprir, a não respeitar acordos que foram feitos, a achar que é mais do que outras lideranças, tudo dificulta. Isso, independente de quem seja, de qual partido seja, essas são práticas que, há muito tempo, vão sendo alijadas da política e da boa convivência”, relatou.

Como forma de coibir a prática, o parlamentar explicou que busca dialogar mais intimamente com suas bases, reforçando o compromisso firmado com seus eleitores.

“O PT se organiza e tenta orientar as suas bases para não perderem esse foco e manter esse republicanismo. Quem quiser seguir nesse caminho [de invasão as bases], de sua livre e espontânea responsabilidade, eu acho que isso mais cedo ou mais tarde não dá certo”, finalizou.


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