Entrando no segundo mês de 2026, e o transporte público de Teresina continua sendo um dos principais problemas enfrentados pela gestão do prefeito Silvio Mendes (UB). Alvo de reclamação por parte dos teresinenses pela falta de ônibus e precariedade dos veículos, o transporte receberá um investimento bilionário do BNDES para ser revitalizado. Mas o setor continuará sendo operado por empresas privadas com concessão do poder público.
Isso porque Silvio Mendes descartou a municipalização do transporte coletivo de Teresina. No entendimento do prefeito, não há condições de a Prefeitura ser proprietária de uma empresa de ônibus, porque o custo é muito é alto. O prefeito foi questionado sobre o exemplo da vizinha Timon, onde a gestão criou uma empresa pública para prestar o serviço de transporte na cidade e entre ela e Teresina.
Mas para Silvio Mendes, as realidades são diferentes. “A Prefeitura não será proprietária de uma empresa de transporte coletivo porque sai mais caro. Tem desvios. Não é nem pela própria aquisição dos ônibus. É a manutenção e os desvios de conduta que sempre têm. Nenhuma cidade quer manter uma empresa pública de transporte”, afirmou.
Teresina aderiu à política do BNDES, que nomeou 21 aglomerados metropolitanos em todo o Brasil para receberem intervenções no transporte público. Teresina e Timon estão entre eles. Mas antes de qualquer mudança, a capital piauiense precisa de um novo plano diretor. Silvio Mendes pediu paciência à população para que a cidade possa se enquadrar nos princípios do BNDES, que é quem vai financiar as mudanças efetivas.
O investimento previsto passa de R$ 1 bilhão e contemplará a reforma e revitalização de estações de ônibus e dos terminais de integração, aquisição de novos ônibus, criação de novas linhas e ampliação das já existentes.
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