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Safra de grãos do Piauí deve crescer 8,5% e atingir 6,7 milhões de toneladas em 2026, aponta Conab

Projeção indica aumento na produtividade e expansão da área plantada; feijão e milho lideram o avanço no estado.

15/10/2025 às 14h39

O Piauí deve registrar um dos maiores crescimentos na produção de grãos do país na safra 2025/2026, segundo o primeiro levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa aponta que o estado terá aumento de 8,5% na produção, passando de 6,2 milhões de toneladas em 2024/2025 para 6,7 milhões de toneladas no novo ciclo agrícola.

Produção de grãos deve crescer 8,5% na safra 2024/2025.  - (Reprodução) Reprodução
Produção de grãos deve crescer 8,5% na safra 2024/2025.

O levantamento destaca que o bom desempenho será impulsionado pelo ganho de produtividade, que deve subir de 3,22 toneladas por hectare para 3,37 toneladas por hectare, uma elevação de 4,9%. A área plantada também tende a crescer, passando de 1,9 milhão de hectares para 2 milhões, representando aumento de 3,4%.

Entre as culturas com maior destaque no estado, feijão e milho devem puxar o avanço. A produção de feijão deve crescer 36,8%, passando de 53,6 mil toneladas para 73,3 mil toneladas. Já o milho deve apresentar alta de 10,3%, com expectativa de colheita subindo de 1,9 milhão de toneladas para 2,1 milhões no próximo ciclo.

Panorama nacional

Em nível nacional, o levantamento da Conab aponta que o Brasil deve alcançar 354,7 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/2026, um crescimento de 0,8% em relação ao ciclo anterior, que registrou o recorde histórico de 350,2 milhões de toneladas. A área semeada também deve aumentar 3,3%, chegando a 84,4 milhões de hectares.

O relatório ainda projeta avanço nas exportações de milho, que devem subir de 40 milhões para 46,5 milhões de toneladas, além de crescimento no consumo interno, de 90,5 milhões para 94,5 milhões de toneladas, impulsionado pela produção de etanol.

Já a soja deve manter o Brasil como líder mundial nas exportações, com previsão superior a 112 milhões de toneladas exportadas. O processamento interno também deve crescer e alcançar 59,56 milhões de toneladas em 2026, estimulado pela maior mistura de biodiesel e pela demanda por proteína vegetal.


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Com informações da Secretaria de Comunicação da Presidência