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Fábio Novo diz que mais partidos em disputa na base não muda projeção do PT para a Alepi

Presidente do partido no Piauí afirma que sigla mantém meta de conquistar maioria na Assembleia mesmo com novas chapas aliadas.

15/03/2026 às 16h19

O presidente do Partido dos Trabalhadores no Piauí, Fábio Novo, declarou, em entrevista ao Portal O Dia, que o aumento no número de partidos da base governista disputando vagas na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) não deve alterar as projeções feitas pela sigla, que mantém a expectativa de conquistar a maioria absoluta na Casa.

Fábio Novo, deputado estadual e presidente do PT no Piauí - (Assis Fernandes / O DIA) Assis Fernandes / O DIA
Fábio Novo, deputado estadual e presidente do PT no Piauí

Inicialmente, os acordos previam uma disputa concentrada em poucos partidos da base, principalmente na federação liderada pelo PT e no MDB. No entanto, com o fim da coligação cruzada entre PSD e MDB no âmbito estadual, o PSD lançará uma chapa própria para a Alepi. Além disso, o Republicanos também deverá apresentar uma composição para a disputa.

Segundo Novo, mesmo com a ampliação do número de partidos da base na eleição deste ano, a quantidade de candidaturas deve ser menor do que no último pleito. Como exemplo, o parlamentar afirmou que, na eleição anterior, o número de candidatos chegou a cerca de 400, enquanto neste ano a estimativa é de aproximadamente 150 nomes.

“O Brasil tem muitas siglas políticas, temos mais de 33 e a legislação que tem sido aprovada no sentido de fortalecer os partidos. Estamos caminhando cada vez mais para fortalecer partidos e reduzir essa pulverização”, disse.

Suplentes de Júlio César

Na sexta-feira (13), durante o lançamento da chapa majoritária da base governista, não foram definidos os nomes que irão ocupar as duas suplências na candidatura de Júlio César ao Senado. A definição, segundo Fábio Novo, ainda deverá passar por novas discussões.

“Primeiro as primeiras coisas, a gente fecha primeiro as cabeças e depois faz uma discussão dentro do partido para que a gente possa apresentar os nossos”, disse.

Nos bastidores, ao menos um dos nomes para a suplência deve contar com a indicação do ministro Wellington Dias. A atual senadora Jussara Lima, que assumiu a cadeira no Senado após a ida de Wellington Dias para o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, foi resultado de acordos políticos com Júlio César, o que pode influenciar na composição da candidatura.


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