O mercado formal de trabalho no Piauí encerrou o mês de junho deste ano com um estoque de 380.009 empregos com carteira assinada no estado. No primeiro semestre, foram realizadas 15.306 novas contratações e 12.283 desligamentos, resultando em um saldo de 3.023 postos de trabalho no período. Os dados são do Novo Caged, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
No Piauí, no primeiro semestre deste ano, o setor que mais contratou com carteira assinada foi a indústria, com 1.043 postos de trabalho formal, seguido pelo setor de serviços, responsável por 879 das vagas abertas no período. Completam a lista a construção civil, com 465 admissões, a agropecuária, com 392, e o comércio, com 244.
Em todo o país, o saldo de empregos formais somou 145.161 postos no mês, considerando o total de contratações e demissões. Já no acumulado dos últimos 12 meses, entre julho de 2025 e junho de 2026, a geração de empregos chegou a 963.921 novos postos, um crescimento de 2,1% no período. Com esse resultado, o estoque nacional de empregos alcançou 48.032.308 vínculos trabalhistas.
Os dados do Novo Caged mostram que o saldo foi positivo em todo o país nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas no mês, com destaque para o setor de serviços, que gerou 74.514 vagas, um avanço de 0,3%. Entre as atividades do setor, destacaram-se as atividades administrativas e os serviços complementares, responsáveis pela criação de 26.634 empregos apenas no mês.
LEIA TAMBÉM
A agropecuária também registrou saldo positivo, com 22.898 novos postos formais, alta de 1,2%. O comércio apresentou saldo de 19.177 vagas, crescimento de 0,2%, enquanto a indústria somou 14.438 postos, também com avanço de 0,2%. Já a construção civil fechou o mês com saldo de 14.136 empregos, expansão de 0,5%.
O emprego apresentou saldo positivo em 25 das 27 unidades da federação, com destaque para São Paulo, que gerou 34.981 vagas, Minas Gerais, com 20.805, e Rio de Janeiro, com 16.856. Os únicos estados que registraram redução no período foram Espírito Santo, com saldo negativo de 2.259 postos em razão da desmobilização de atividades ligadas ao café, e Tocantins, com queda de 115 vagas.