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Wellington defende diálogo e diz que “time precisa se sentir contemplado” na definição de vice de Rafael

Em declaração dada nesta segunda (02), ele usou um tom conciliador e ressaltou que o processo não se resume a nomes, mas à necessidade de garantir equilíbrio entre as forças políticas

02/03/2026 às 11h10

Em meio às articulações para formação da chapa majoritária que disputará o Governo do Piauí na eleição de 2026, o ministro Wellington Dias (PT) reafirmou a confiança no diálogo e na construção coletiva como caminho para superar os impasses em torno da indicação do vice de Rafael Fonteles.

Wellington defende diálogo e diz que “time precisa se sentir contemplado” na definição de vice de Rafael - (Assis Fernandes / O DIA) Assis Fernandes / O DIA
Wellington defende diálogo e diz que “time precisa se sentir contemplado” na definição de vice de Rafael

Em declaração dada nesta segunda (02), ele usou um tom conciliador e ressaltou que o processo não se resume a nomes, mas à necessidade de garantir equilíbrio entre as forças políticas que compõem a base.

“Sou o mesmo Wellington Dias, acreditando no diálogo, no entendimento. Acreditando nesta força que é a nossa união”, afirmou. Segundo o ministro, a prioridade é assegurar que todos os partidos da base se sintam representados na construção da chapa. “É preciso que o time se sinta contemplado. Somos um grupo político de 11 partidos. Olha o tamanho da responsabilidade em um país com tantas divergências você reunir 11 partidos com líderes e histórias e pensamentos diferentes”, disse.

Wellington defende diálogo e diz que “time precisa se sentir contemplado” na definição de vice de Rafael - (Assis Fernandes / O DIA) Assis Fernandes / O DIA
Wellington defende diálogo e diz que “time precisa se sentir contemplado” na definição de vice de Rafael

Questionado sobre um possível fechamento da questão, o ministro destacou que as conversas continuam abertas, envolvendo os partidos, o governador e os municípios. A necessidade do momento, segundo Dias, é manter o sentimento de união. Sobre colocar o próprio nome à disposição, ele lembrou que o mandato como senador segue até 2030 e que tem feito um trabalho “honrado” como ministro do Desenvolvimento Social.

Concessões

A definição do vice de Rafael Fonteles tem sido um dos principais pontos de tensão dentro da base aliada. Wellington Dias reafirmou que a questão envolve o equilíbrio entre três partidos de peso no cenário político brasileiro (Partido dos Trabalhadores, MDB e PSD) e exige concessões recíprocas.

“Não pense que é fácil você ter um partido como o MDB, liderado pelo senador Marcelo Castro, que tem assento na executiva nacional, e aceitar, por uma estratégia para uma vitória importante, se fundir com o PSD, assim como outros partidos. Para poder acontecer, cada lado vai abrindo mão. É assim que se faz o entendimento”, afirma.


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