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Geraldo Carvalho defende medidas mais enérgicas contra feminicídio e violência contra a mulher no Piauí

Segundo o candidato, o combate à violência contra as mulheres é uma das principais pautas defendidas pelo PSTU nesta campanha eleitoral.

01/09/2026 às 12h51

O candidato ao Governo do Piauí Geraldo Carvalho (PSTU) defendeu a adoção de medidas mais enérgicas e urgentes de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher no estado. Entre as ações apresentadas estão campanhas públicas de conscientização, fortalecimento das delegacias especializadas e ampliação da estrutura de proteção às vítimas.

Geraldo Carvalho defende medidas mais enérgicas contra feminicídio e violência contra a mulher no Piauí - (Arquivo / O Dia) Arquivo / O Dia
Geraldo Carvalho defende medidas mais enérgicas contra feminicídio e violência contra a mulher no Piauí

Segundo o candidato, o combate à violência contra as mulheres é uma das principais pautas defendidas pelo PSTU nesta campanha eleitoral.

“É de extrema importância esse debate sobre o combate ao feminicídio, que é o combate ao assédio de maneira geral, em especial o assédio contra as mulheres, a violência contra as mulheres. Então essa é uma pauta número um para as candidaturas do PSTU. E é por isso que nós estamos aqui, para dizer que basta de assédio, basta de feminicídio e proteção às mulheres”, afirmou.

Ao detalhar as propostas, Geraldo Carvalho defendeu que os homens também sejam diretamente envolvidos em campanhas de prevenção e conscientização sobre a violência de gênero.

“A primeira coisa é dizer para os meus colegas do sexo masculino que nós, homens, precisamos assumir a campanha em defesa das mulheres e contra o feminicídio. Porque a violência contra as mulheres é praticada pelos homens. Então são os homens que têm, em primeiro lugar, que fazer a defesa das mulheres e que assumir essa campanha”, disse.

Fortalecimento da rede de proteção

Geraldo também propôs que o Governo do Estado e outras instituições públicas ampliem as ações de conscientização contra o feminicídio. Para ele, o enfrentamento à violência deve ser assumido de maneira permanente pelas estruturas do poder público.

“Precisa que haja uma campanha pública por parte do Estado, de todas as estruturas, de todas as instituições, contra o feminicídio. Basta de feminicídio, basta de matar mulheres simplesmente pelo fato de ser mulher. Então o Estado tem que assumir essa mudança”, declarou.