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PL Mulher defende modelo de Santa Catarina e critica dependência do Bolsa Família no Piauí

Presidente da ala feminina do PL no estado, Frida Diedrich, afirma que a geração de empregos reduziria a dependência do benefício social.

06/03/2026 às 16h19

A presidente do PL Mulher no Piauí, Frida Diedrich, defendeu que o estado deveria adotar um modelo econômico semelhante ao de Santa Catarina. Segundo ela, o estado da região Sul tem uma menor dependência do Bolsa Família devido à maior oferta de oportunidades de emprego.

Presidente do PL Mulher, Frida Diedrich, defendeu uma menor dependência do Bolsa Família.  - (Assis Fernandes/O DIA) Assis Fernandes/O DIA
Presidente do PL Mulher, Frida Diedrich, defendeu uma menor dependência do Bolsa Família.

A declaração foi dada nesta sexta-feira (06), em entrevista à O Dia TV. Durante a conversa, Frida Diedrich afirmou que não é contrária ao programa social do Governo Federal, mas criticou o que considera uma dependência prolongada do benefício.

“Não sou contra o bolsa família, mas a pessoa depender do benefício não é o correto, Santa Catarina, poucas pessoas recebem o Bolsa Família e é um dos estados mais desenvolvidos, do Brasil, se o Piauí adotar um modelo de Santa Catarina, será gigante”, disse.

Apesar da afirmação de que poucas pessoas recebem Bolsa Família em Santa Catarina, o relatório mais recente do programa, divulgado pelo governo federal no início de fevereiro, aponta que outros estados possuem número menor de beneficiários. Santa Catarina registra atualmente cerca de 205 mil beneficiários.

Com quantitativos inferiores aparecem Roraima (74 mil), Amapá (113 mil), Acre (123 mil), Tocantins (141 mil), Distrito Federal (154 mil) e Mato Grosso do Sul (181 mil). Já o Piauí possui aproximadamente 546 mil beneficiários do programa.

Frida Diedrich também afirmou que o Piauí possui potencial econômico que poderia ser melhor explorado para ampliar a geração de emprego e renda, reduzindo a dependência de programas sociais. Segundo ela, políticas de incentivo ao trabalho poderiam ampliar as oportunidades, especialmente para mulheres.

“Os piauienses não precisam ir para outro estado, não precisam depender, é uma soma, é você receber um benefício que é correto, mas em contrapartida, ter no trabalho, gerar leis, oportunidades para essas mulheres, que além do benefício, trabalhem e saiam da zona de conforto”, disse.


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