O pré-candidato ao Governo do Piauí pelo Progressistas, Joel Rodrigues, afirmou nesta quarta-feira (18), em entrevista à O Dia TV, que a ex-vice-governadora Margarete Coelho recebeu com naturalidade a mudança de cenário dentro do partido, que resultou na escolha do presidente estadual do PP na disputa. Segundo ele, a decisão foi construída a partir de diálogo com lideranças e com base na percepção da população.
Joel destacou que, inicialmente, o senador Ciro Nogueira havia articulado Margarete Coelho como candidata ao governo, com ele na suplência ao Senado. No entanto, durante as agendas pelo estado, o partido passou a considerar a mudança de composição, o que, segundo ele, foi respaldado por levantamentos internos.
“Nosso partido agiu de forma democrática, internamente ouvindo os líderes, mas ouvindo o povo, e dentro dos resultados e avaliações veio o meu nome e não tive como recusar, vendo os problemas do Piauí em todos os setores", disse.
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Ao comentar o posicionamento adotado no lançamento da pré-candidatura, Joel Rodrigues afirmou que a abordagem buscou apresentar sua trajetória política e pessoal. Ele relembrou o início da carreira como vereador, cargo que ocupou por três mandatos, e sua passagem pela Prefeitura de Floriano.
“Estive como prefeito por quatro vezes, que deixei no quarto mandato, faltando quase três anos, numa demonstração de que política para mim não é o poder, política é missão, estava encaminhado o mandato, e aceitei o chamado para o senado, nas escolhas que tive que fazer, que antes do mais fácil e de qualquer interesse pessoal, sempre optei pela missão”, declarou.
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