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Henrique Pires acredita que fim da coligação cruzada entre MDB e PSD no Piauí deve ser definitiva

Ao comentar o cenário, o parlamentar destacou que as definições ainda não estão encerradas e dependem das convenções partidárias.

17/03/2026 às 12h50

Bastidores do Poder Ezequiel Araujo - (Arquivo / O DIA) Arquivo / O DIA
Bastidores do Poder Ezequiel Araujo

O deputado estadual Henrique Pires (MDB) comentou, nesta terça-feira (17), o fim da articulação para uma coligação cruzada entre MDB e PSD no Piauí. A aliança vinha sendo discutida para a formação das chapas proporcionais nas eleições de 2026, mas divergências políticas acabaram interrompendo o entendimento entre os partidos.

Henrique Pires acredita que fim da coligação cruzada entre MDB e PSD no Piauí deve ser definitiva - (Assis Fernandes/O DIA) Assis Fernandes/O DIA
Henrique Pires acredita que fim da coligação cruzada entre MDB e PSD no Piauí deve ser definitiva

Ao comentar o cenário, o parlamentar destacou que as definições ainda não estão encerradas e dependem das convenções partidárias.

“É apenas a convenção é que se define chapa. E nessa questão também de quem estará em qual partido, nós temos até o dia 4 de abril para a decisão. Então, em política você não fecha a porta, em política você nunca diz nunca, então pode ocorrer, eu acho é difícil, mas pode sim e se a maioria decidir até por isso o Henrique Pires não será empecilho”, afirmou.

Nos bastidores, o rompimento da coligação reflete um reposicionamento das siglas que integram a base do governador Rafael Fonteles (PT), com MDB e PSD buscando ampliar suas próprias chapas. Henrique Pires também comentou sobre as movimentações políticas envolvendo lideranças e negou disputa interna por cooptação de bases aliadas.

“Tem indícios de questões que mostram ainda esse tipo de comportamento [invasões de bases], mas isso faz parte da política. Ninguém toma a liderança do outro. A liderança já quer sair. Então, não existe essa história tumor de A, B, C. Então, o Georgiano é um grande deputado estadual, vai ser um deputado federal mais devotado do Piauí. Nós queremos eleger Rafael com o Washington, Marcelo e Júlio César”, disse, em referência ao deputado Georgiano Neto (PSD).

O parlamentar também negou que o fim da coligação cruzada represente um rompimento definitivo entre as siglas e ressaltou o trabalho do MDB para fortalecer seus quadros.

“No caso, nós estamos no desenho de hoje a conversa do líder João Mádison, juntamente com o presidente da Assembleia, o Severo, é no intuito de aumentar o número de pessoas que cheguem ao MDB, como a Anyara assinou a ficha ontem, que existia uma suspeita dela ir para o Republicanos. Então ela veio para o MDB, e nós teremos até o dia 4 muita notícia boa para o partido, para a sociedade”, pontuou.

Sobre possíveis impactos na disputa majoritária, especialmente em relação à pré-candidatura à reeleição do senador Marcelo Castro, Henrique Pires afastou qualquer prejuízo político.

“Eu não vejo espaço para isso, não vejo. Eu sempre as pessoas perguntam, deputado, quem são os seus candidatos? Eu digo, é o do time do Rafael, do Lula, do Wellington, do Marcelo e não vejo esse espaço. É claro que existem arranjos municipais e locais que você não consegue impor isso e ninguém vai impor isso ao prefeito, ao vereador. Mas o time é grande, o time é unido e vejo um fortalecimento disso e não a desunião”, concluiu.


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