Atualizada às 16h30
Uma gerente de uma loja de celulares, localizada em um shopping da zona Norte de Teresina, é apontada como a principal suspeita do furto de 115 aparelhos, avaliados em cerca de R$ 100 mil. O marido dela foi preso durante as investigações. A gerente, que está grávida, não foi detida. Cerca de 57 celulares foram recuperados em Teresina e em outras duas cidades.
Em entrevista ao Sistema O Dia, Humberto Pereira, chefe de investigação do 2º Distrito Policial, afirmou que as investigações tiveram início após o proprietário da loja procurar a unidade policial para denunciar o desaparecimento dos aparelhos.
"Veio aqui na delegacia do Segundo Distrito um empresário fazer uma queixa, relatando que teria sumido 115 aparelhos celulares. Segundo ele, desde o mês de abril que vinha desaparecendo. O delegado titular da delegacia, o delegado Josimar, baixou a portaria para ser feito o inquérito policial e determinou a equipe de investigação para fazer as investigações", disse.
Humberto declarou ainda que, além dos dois suspeitos, outros indivíduos estão sendo investigados. "São vários investigados. Não posso citar o nome para não atrapalhar as investigações. Mas a principal suspeita é que a funcionária da loja, juntamente com o esposo, vinha subtraindo esses aparelhos", destacou.
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O delegado titular representou pela prisão preventiva dos investigados à Justiça. Durante as diligências, o marido da gerente foi preso e aparelhos foram apreendidos nas cidades de Teresina, Caxias e Esperantina. Na capital, parte dos celulares foi recuperada no Shopping da Cidade.
Apesar de ser apontada como a principal suspeita, a gerente ainda não foi presa. A situação dela será analisada no decorrer das investigações e do processo judicial, conforme as circunstâncias do caso e as decisões da Justiça.
De acordo com o Código Penal, a subtração de bens de terceiros pode configurar crime de furto, cuja pena prevista é de um a quatro anos de reclusão e multa. Dependendo das circunstâncias e do enquadramento definido pelas autoridades, o crime pode ser qualificado, aumentando a pena. A definição do eventual crime e da pena caberá à Justiça.
As investigações continuarão para identificar e prender os possíveis demais envolvidos, além de recuperar os aparelhos que ainda não foram localizados.