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Gasolina e diesel sobem no Piauí com reajuste do ICMS pela Confaz; gás de cozinha também aumenta

Com reajuste que entrou em vigor no dia 1º, gasolina deve chegar a R$ 5,90 no estado e gás de cozinha sobe em média R$ 1,05 por botijão.

03/01/2026 às 18h01

Os motoristas e consumidores piauienses começaram em 2026 pagando mais caro pelos combustíveis. O novo aumento do ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha, aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em setembro do ano passado para todo o Brasil, entrou em vigor no dia 1º de janeiro e já deve refletir nos postos de combustível por todo o estado.

O aumento de ICMS aprovado para todo o país pela Confaz, deve acrescer R$ 0,10 o litro da gasolina no estado.  - (Arquivo O DIA) Arquivo O DIA
O aumento de ICMS aprovado para todo o país pela Confaz, deve acrescer R$ 0,10 o litro da gasolina no estado.

De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina no Piauí era de R$ 5,80 até o fim de dezembro. Com o reajuste do imposto estadual, que passou de R$ 1,47 para R$ 1,57 por litro, um aumento de R$ 0,10 centavos, o valor médio deve subir para R$ 5,90 nos próximos dias.

O diesel, combustível mais usado no transporte de cargas e no setor agrícola, também teve aumento, mas em menor proporção. A alíquota do ICMS passou de R$ 1,12 para R$ 1,17 por litro, o que representa um acréscimo de R$ 0,05. No Piauí, o preço médio do litro é de R$ 5,97, segundo levantamento da ANP.

O aumento do ICMS não se limitou aos combustíveis. O gás de cozinha, item essencial nas residências piauienses, também ficou mais caro. O preço médio do botijão, que variava entre R$ 125 e R$ 130, deve ter um acréscimo médio de R$ 1,05 com o reajuste tributário.

O aumento foi determinado pelo Confaz, órgão que reúne representantes do governo federal e dos estados, incluindo o Piauí. Segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), o reajuste foi calculado com base nos preços médios mensais dos combustíveis entre fevereiro e agosto de 2025, comparados ao mesmo período de 2024, conforme dados oficiais da ANP. Essa é a segunda alta consecutiva do ICMS sobre combustíveis, já que em fevereiro de 2025 o imposto também havia sido elevado também pela Confaz.


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