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Suspeito de matar filho de vice-prefeito tem pedido de liberdade negado

A decisão foi proferida após análise de um recurso apresentado pela defesa, que buscava a revogação da prisão preventiva

15/01/2026 às 16h55

A Justiça negou o pedido de liberdade e manteve a prisão do homem suspeito de matar João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho, filho do vice-prefeito do município de Isaías Coelho, no Sul do Piauí. A decisão foi proferida após análise de um recurso apresentado pela defesa, que buscava a revogação da prisão preventiva.

Suspeito de matar filho de vice-prefeito tem pedido de liberdade negado - (Reprodução) Reprodução
Suspeito de matar filho de vice-prefeito tem pedido de liberdade negado

O pedido foi apreciado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), responsável pelo caso, já que o crime ocorreu em Brasília. A defesa alegou que o acusado possui bons antecedentes, residência fixa, trabalho e que não haveria necessidade da manutenção da prisão cautelar.

No entanto, ao analisar o recurso, o desembargador relator entendeu que a decisão de primeira instância estava devidamente fundamentada. Segundo o magistrado, há indícios suficientes de autoria e materialidade, além de elementos que demonstram a gravidade do crime e a necessidade de garantir a ordem pública.

A decisão destacou ainda que constam nos autos depoimentos, imagens e outros elementos colhidos durante a investigação, que reforçam a responsabilidade do acusado. Para o Judiciário, medidas cautelares alternativas à prisão não seriam suficientes diante das circunstâncias do caso.

O crime aconteceu na madrugada do dia 4 de janeiro de 2026. A vítima foi encontrada já sem vida, e as investigações apontam que ela teria sido agredida após um desentendimento. O acusado foi preso no dia seguinte e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva.

Desde então, a defesa vem tentando a liberação do réu, sustentando que não houve intenção de matar. O argumento, porém, não foi acolhido pelo tribunal, que ressaltou a violência do ocorrido e o risco que a liberdade do acusado poderia representar. Com a decisão, o acusado permanece preso, enquanto o processo segue em tramitação na Justiça.


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Com supervisão de Nathalia Amaral