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PIT aposta em formação rápida para atender demanda por profissionais de IA no Piauí

Formações profissionalizantes de curta duração são uma das apostas do Piauí Instituto de Tecnologia (PIT) para inserir profissionais no mercado em menor tempo

13/05/2026 às 16h25

O Piauí Instituto de Tecnologia (PIT) tem apostado na formação acelerada de profissionais em inteligência artificial para atender à crescente demanda do mercado por especialistas na área. Durante entrevista ao Sistema O Dia de Comunicação, o diretor-presidente do instituto, Rafael Jales, destacou que a proposta da instituição é preparar alunos para ingressarem rapidamente no mercado de trabalho, acompanhando o avanço das novas tecnologias.

PIT aposta em formação rápida para atender demanda por profissionais de IA no Piauí - (Divulgação/PIT) Divulgação/PIT
PIT aposta em formação rápida para atender demanda por profissionais de IA no Piauí

Segundo Rafael Jales, o PIT foi criado com foco em ensino tecnológico voltado às necessidades reais do mercado. Entre as iniciativas implantadas estão cursos de bacharelado e tecnólogo em inteligência artificial, além de formações profissionalizantes de curta duração, como o curso de introdução à inteligência artificial e o de analista de prompt.

“O Piauí Instituto de Tecnologia tem um foco muito claro, que é demandas voltadas ao mercado de trabalho. Eu quero criar profissionais que estejam aptos a estarem prontos para o mercado de trabalho”, afirmou o diretor.

De acordo com ele, a área de inteligência artificial possui caráter transversal e pode ser aplicada em diferentes segmentos profissionais, o que amplia as oportunidades de empregabilidade para quem busca capacitação na área. Rafael Jales afirmou ainda que profissionais qualificados em IA tendem a sair na frente em processos seletivos e oportunidades de trabalho.

“Eu não tenho dúvida que as pessoas que se capacitarem em inteligência artificial vão estar à frente de qualquer outro profissional para trabalhar e conseguir um emprego de forma mais rápida”, disse.

O diretor citou casos de estudantes capacitados pelo PIT que já foram contratados por empresas de fora do país para atuar remotamente. Um dos exemplos mencionados foi o de um aluno da rede pública estadual que passou a trabalhar para uma empresa internacional ministrando cursos de introdução à programação.

Rafael Jales, diretor-presidente do PIT - (Reprodução/O Dia TV) Reprodução/O Dia TV
Rafael Jales, diretor-presidente do PIT

Além dos cursos superiores, o instituto também investe em formações mais rápidas como estratégia para inserir profissionais no mercado em menor tempo. A ideia, segundo o PIT, é democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico e ampliar o alcance da inteligência artificial entre diferentes públicos.

“Nós criamos cursos curtos no qual a gente consegue formar profissionais de forma mais rápida e inserir eles mais rápido no mercado de trabalho”, explicou Rafael Jales.

Atualmente, o PIT também desenvolve projetos ligados à inovação, empreendedorismo e tecnologia aplicada aos serviços públicos. Entre eles estão plataformas de empregabilidade, soluções para a segurança pública e ferramentas voltadas à saúde digital.

O instituto ainda anunciou expansão da estrutura física e abertura de novas unidades em diferentes regiões do estado, além da previsão de novos cursos na área tecnológica.


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Com supervisão de Nathalia Amaral