Poucos jogadores de futebol já carregaram as esperanças de uma nação da maneira como Neymar carregou as do Brasil. Ele é o maior artilheiro de todos os tempos do país, com 79 gols em 128 partidas, e durante a maior parte da última década, as conversas sobre a Seleção começavam e terminavam com ele.
Agora, à beira do que certamente será sua última Copa do Mundo, o debate casa de aposta betfair mudou de uma forma que ninguém esperava: Neymar não é mais uma escolha automática. Ele é um jogador que precisa provar que merece estar lá.
Uma corrida contra o tempo
Neymar não joga pela seleção brasileira desde outubro de 2023, quando rompeu o ligamento cruzado anterior e o menisco em uma partida das eliminatórias da Copa do Mundo contra o Uruguai. O que se seguiu foi um dos períodos mais difíceis de sua carreira, que incluiu uma passagem malsucedida pelo Al-Hilal, um retorno ao clube de sua infância, o Santos, e outra cirurgia no joelho em dezembro de 2025.
Seu pai falou publicamente sobre como Neymar chegou perto de se aposentar, descrevendo conversas em que seu filho disse que simplesmente não aguentava mais. O fato de ele ainda estar em atividade, ainda treinando, ainda jogando pelo Santos no Campeonato Paulista aos 34 anos, diz muito sobre o quanto a Copa do Mundo significa para ele.
O problema é que o tempo está se esgotando. O Brasil estreia na competição em 13 de junho contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova York, e Ancelotti deixou claro que a seleção final só será confirmada após os amistosos de março contra a França e a Croácia. Isso dá a Neymar algumas semanas para jogar regularmente, manter a forma e mostrar ao técnico algo que ele não vê nele há mais de um ano.
O que Ancelotti realmente precisa
Carlo Ancelotti lidou com a questão de Neymar com cuidado, mas sem deixar margem para ambiguidades. Ele disse ao Esporte Record que todos os jogadores, independentemente do nome, precisam estar 100% em forma para viajar. Ele usou Vinicius Júnior como exemplo, ressaltando que mesmo seu melhor atacante seria deixado de fora se chegasse com 90% de sua forma física.
Para um time com a profundidade que o Brasil tem atualmente no ataque, essa não é uma advertência vazia. Vinicius, Raphinha, Rodrygo, Estevão, Gabriel Martinelli, Matheus Cunha e um Endrick renascido no Lyon estão todos disputando vagas. Não há espaço para um jogador que precisa de cuidados especiais.
O argumento para levá-lo de qualquer maneira
A capacidade de Neymar de ganhar um jogo em um único momento, de provocar uma falta e de produzir algo do nada é o tipo de qualidade que realmente muda os torneios. Para aqueles que acompanham de perto a preparação para a apostas copa do mundo, sua inclusão ou ausência moldará a forma como o Brasil será visto como candidato ao título em junho.
A resposta honesta é que ninguém sabe ainda. Neymar está de volta aos gramados, está motivado e tem um técnico que trabalhou com ele no Real Madrid e entende o que ele pode oferecer. Mas o tempo está passando, a competição por sua posição nunca foi tão forte e, aos 34 anos e com um histórico de lesões difíceis, a margem para qualquer novo revés é basicamente zero.
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