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Suspeitos de invadir contas bancárias de piauienses são presos no Rio de Janeiro

Operação da Polícia Civil do Piauí cumpriu 13 mandados e apura fraudes eletrônicas, empréstimos ilegais e transferências bancárias fraudulentas.

22/05/2026 às 16h24

22/05/2026 às 16h24

Um grupo suspeito de invadir contas bancárias de vítimas no Piauí foi alvo de uma operação policial realizada nesta sexta-feira (22), no Rio de Janeiro. A ação, denominada Operação Intrusão Financeira, cumpriu 13 mandados judiciais, entre buscas, apreensões e prisões temporárias, expedidos pela Central de Inquéritos de Teresina.

Suspeitos de invadir contas bancárias de piauienses são presos no Rio de Janeiro - (Divulgação/SSP-PI) Divulgação/SSP-PI
Suspeitos de invadir contas bancárias de piauienses são presos no Rio de Janeiro

As investigações apontam que os alvos integravam uma organização criminosa especializada em invasão de contas bancárias, transferências fraudulentas, contratação de empréstimos em nome das vítimas e compra de gift cards. Segundo a polícia, o grupo utilizava mecanismos eletrônicos para dificultar o rastreamento das movimentações financeiras ilícitas.

A operação contou com a atuação do Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) do Piauí e teve como foco o combate a crimes cibernéticos de alta complexidade. Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de seis contas bancárias ligadas aos investigados para garantir eventual ressarcimento às vítimas e impedir a movimentação dos valores obtidos ilegalmente.

“São práticas criminosas que não têm barreiras territoriais, portanto a atuação da polícia também ultrapassa as fronteiras dos estados. Essa cooperação com a Polícia Civil do Rio de Janeiro demonstra a integração das forças policiais no combate aos crimes digitais, especialmente aqueles que atingem o patrimônio e a segurança financeira”, afirmou o delegado Humberto Mácola, coordenador do DRCC.

Delegado Humberto Mácola, coordenador da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos - (Assis Fernandes/O Dia) Assis Fernandes/O Dia
Delegado Humberto Mácola, coordenador da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos

Os investigados devem responder pelos crimes de furto qualificado mediante fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.


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