O deputado estadual Francisco Limma (PT) avaliou que a fragmentação da base governista em diferentes chapas proporcionais pode enfraquecer o desempenho do grupo nas eleições de 2026. Atualmente, há a possibilidade de formação de até quatro chapas, incluindo a federação liderada pelo Partido dos Trabalhadores, além de composições independentes de MDB, PSD e Republicanos.
Ao comentar o cenário, Limma foi direto ao apontar o impacto das divisões. Segundo ele, quanto mais chapas proporcionais surgirem, pior pode ser o desempenho matemático da base.
“Matematicamente, quem perde mais é quem se divide”, afirmou em entrevista ao O Dia nesta quinta-feira (19), ao ser questionado se a multiplicidade de chapas não favoreceria a oposição.
Apesar do cenário fragmentado, o parlamentar destacou que a construção interna da federação segue sem sobressaltos. Segundo ele, o partido mantém o planejamento para as eleições e trabalha para atingir metas ambiciosas.
“Está sendo uma construção tranquila. O partido está com a sua chapa definida. Boato sempre tem em eleição, mas o partido está conduzindo da forma como sempre conduziu, com transparência, com discussão”, pontuou.
Limma também reforçou que o objetivo da sigla é ampliar sua representatividade nas casas legislativas.
“A meta é eleger pelo menos 50% da bancada estadual e da bancada federal”, concluiu.