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Bastidores do Poder

por Ezequiel Araújo

“Base deve se manter unida para impasse não respingar nos partidos”, diz Marcelo Castro

Ao O Dia, o parlamentar afirmou que o principal objetivo do grupo político deve ser preservar a coesão da base aliada e evitar que divergências internas provoquem desgaste entre os partidos.

03/03/2026 às 13h16

Bastidores do Poder Ezequiel Araujo - (Arquivo / O DIA) Arquivo / O DIA
Bastidores do Poder Ezequiel Araujo

O senador Marcelo Castro, presidente regional do MDB no Piauí, defendeu a manutenção da unidade da base governista diante do impasse envolvendo a definição do pré-candidato a vice-governador na chapa majoritária do projeto de reeleição do governador Rafael Fonteles (PT).

“Base deve se manter unida para impasse não respingar nos partidos”, diz Marcelo Castro - (Assis Fernandes/ O DIA) Assis Fernandes/ O DIA
“Base deve se manter unida para impasse não respingar nos partidos”, diz Marcelo Castro

Ao O Dia, o parlamentar afirmou que o principal objetivo do grupo político deve ser preservar a coesão da base aliada e evitar que divergências internas provoquem desgaste entre os partidos.

“O respingar nos partidos é pior. Qual é a nossa convicção? O nosso ponto de vista é que nós temos que fazer tudo para não perder o nosso objetivo. Qual é o nosso objetivo? Manter a base do governador Rafael Fonteles intacta, unida. Então isso aqui nós vamos marchar para isso daí. Não pode haver divergência de ninguém. Então nós temos que marchar unidos”, disse.

Marcelo Castro também comentou o impasse envolvendo o governador e o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, na discussão sobre a composição da chapa majoritária. Segundo ele, o caminho para superar o momento é o diálogo.

“Diálogo sempre. A política é feita de diálogo, nunca as portas podem estar fechadas e nós temos que estar sempre dispostos e abertos para dialogar o máximo possível até chegar a uma harmonia, a um denominador comum que se chegue a um consenso. Evidentemente que para se chegar a um consenso as partes todas devem ceder uma parte para poder chegar ao entendimento”, afirmou.

Questionado sobre qual seria o principal ponto de divergência e o que ainda falta ser resolvido, o senador reconheceu que há discordâncias internas, mas evitou detalhar o impasse.

“A gente não sabe ao certo, mas sabe-se que tem uma divergência, que tem discordância e a gente precisa trabalhar para não ter nenhuma divergência e nenhuma discordância”, relatou.

A definição da vaga de vice na chapa governista é considerada estratégica para manter o equilíbrio entre os partidos aliados e evitar fissuras no grupo político que sustenta a atual gestão estadual.