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Minha Casa, Minha Vida: habitações na zona Sul de Teresina serão entregues no início de 2027

Os residenciais Reserva Angelim I e Reserva Angelim II, construídos pelo programa Minha Casa, Minha Vida na zona Sul de Teresina, têm previsão de entrega para o início de 2027. A estimativa foi apresentada nesta sexta-feira (18) durante visita às obras no bairro Angelim, que contou com a presença do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

Assis Fernandes / O DIA
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Os dois empreendimentos fazem parte de um conjunto de quatro obras habitacionais que inclui ainda os residenciais Rosina e Maria do Carmo. Juntos, os projetos somam 624 apartamentos, distribuídos em 39 blocos com 16 unidades cada, e representam investimento de quase R$ 100 milhões.

Segundo a engenheira Maria Clara, responsável pelas obras, Angelim I e II foram os primeiros empreendimentos iniciados e estão em estágio mais avançado. Já Rosina e Maria do Carmo começaram a ser construídos há cerca de quatro meses e possuem um cronograma de mais 14 meses para conclusão.

“Nós temos 39 blocos aqui, cada um com 16 apartamentos, totalizando 624 unidades. As duas primeiras que iniciamos, que são o Reserva Angelim I e II, a gente está com previsão de entregar no início do ano. O Rosina e Maria do Carmo, que são as duas que a gente iniciou há quatro meses, temos um cronograma para cumprir ainda de 14 meses”, explicou.

Com a conclusão das quatro obras, a expectativa é de que 624 famílias sejam atendidas pelos empreendimentos. Além do impacto habitacional, os canteiros também têm movimentado a geração de empregos na capital.

“Serão 624 famílias agraciadas. Nós temos um investimento total aqui, totalizando as quatro obras, de quase 100 milhões de reais. Movimentamos aqui a vida de 280 colaboradores oferecendo oportunidade de emprego e estamos em busca de mais 100 pessoas aqui para compor o nosso time. Então, movimenta a vida do pessoal que trabalha aqui, agracia os beneficiários, então, muitos resultados positivos”, afirmou.

De acordo com a engenheira, portanto, as obras já empregam aproximadamente 280 trabalhadores e há demanda por outros 100 profissionais, o que poderá elevar para cerca de 380 o número de pessoas envolvidas diretamente nos empreendimentos.

Durante a agenda, Wellington Dias percorreu as obras dos residenciais Angelim I e II e destacou o papel do Minha Casa, Minha Vida no acesso à moradia, especialmente para famílias de menor renda.

“Mais habitação para quem precisa. O que me encanta no Minha Casa, Minha Vida é essa solução que o Brasil encontrou para garantir habitação numa condição em que tanto a classe média consegue ter habitação de qualidade a um preço justo, mas também garantir que as pessoas de baixa renda, mesmo numa condição de pobreza, possam ter a moradia”, afirmou.

O ministro também ressaltou que o planejamento habitacional deve considerar não apenas a construção dos imóveis, mas as demais necessidades das famílias que passarão a viver nos novos conjuntos.

“A moradia como algo que é essencial à vida, além de tudo, ela passa a ser um local olhando conforme as necessidades do ser humano”, pontuou.

A previsão informada pela equipe responsável é de que Angelim I e II sejam os primeiros dos quatro empreendimentos a serem concluídos, no início de 2027, enquanto Rosina e Maria do Carmo seguem com cronograma de execução pelos próximos 14 meses.