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Vigilância apreende 230 kg de carne sem inspeção em estabelecimentos de Teresina

A Vigilância Sanitária de Teresina apreendeu, na manhã deste sábado (04), cerca de 230 quilos de carne bovina sem inspeção sanitária durante fiscalização em estabelecimentos comerciais da capital.

A ação foi realizada pela Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa) da Fundação Municipal de Saúde (FMS), com apoio de outros órgãos, e teve como objetivo coibir a venda de produtos de origem irregular.

Reprodução/Prefeitura de Teresina
Vigilância apreende 230 kg de carne sem inspeção em estabelecimentos de Teresina

De acordo com a equipe responsável, foram identificados e apreendidos quatro quartos bovinos que não apresentavam o carimbo de inspeção sanitária, exigido para comprovar a procedência e as condições adequadas de produção. A ausência dessa certificação indica que o produto não passou por controle oficial.

A operação contou com atuação integrada entre a Vigilância Sanitária, o Serviço de Inspeção Municipal e a Guarda Municipal de Teresina. A presença conjunta dos órgãos buscou garantir segurança durante a fiscalização e ampliar o alcance das ações em diferentes pontos da cidade.

Segundo a gerente da Vigilância Sanitária, Jeanyne Seba, a fiscalização faz parte de um trabalho contínuo, mas foi intensificada após a paralisação de estabelecimentos de abate sob inspeção no município, registrada na sexta-feira (03).

“O trabalho resultou na apreensão de produtos sem controle oficial, o que evidencia a irregularidade e reforça a necessidade de fiscalização”, afirmou. Ela destacou que a comercialização de carne sem procedência representa risco à saúde pública.

Em declaração, Jeanyne explicou que não há garantia sobre as condições do animal nem sobre os padrões higiênico-sanitários adotados durante o abate, processamento e transporte. “Sem essas informações, não é possível assegurar a qualidade do produto oferecido à população”, completou.

Após a apreensão, foram adotadas as medidas sanitárias previstas para esse tipo de irregularidade. Os produtos foram retirados de circulação, e os estabelecimentos poderão ser alvo de sanções administrativas, conforme a legislação vigente.

A Vigilância Sanitária informou que novas fiscalizações devem continuar sendo realizadas, especialmente em períodos considerados mais sensíveis, com o objetivo de reduzir a circulação de alimentos de origem clandestina e garantir maior segurança ao consumidor.


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