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Silvio Mendes defende que vice de Joel Rodrigues na disputa ao Governo conheça Teresina e o estado

Arquivo / O DIA
Bastidores do Poder Ezequiel Araujo

O prefeito de Teresina, Silvio Mendes (União Brasil), comentou as articulações em torno da escolha do candidato a vice que deve compor chapa com Joel Rodrigues (Progressistas) na disputa pelo Governo do Piauí em 2026. Segundo o gestor, o ideal é que o nome escolhido tenha conhecimento sobre a realidade de Teresina e do estado como um todo.

Ascom/PMT
Silvio Mendes defende que vice de Joel Rodrigues na disputa ao Governo conheça Teresina e o estado

O tema foi discutido durante reunião com aliados políticos na residência do senador Ciro Nogueira (Progressistas), na sexta-feira (27). De acordo com o prefeito, além do cenário eleitoral, o encontro também abordou pautas administrativas.

“A gente falou de gestão, da situação da prefeitura, do que a gente está fazendo, do que pode fazer, do que pode melhorar. Sempre assim, uma agenda positiva. Também conversamos sobre o vice. Uma pessoa que conheça Teresina, o estado inteiro, e que possa ajudar. Temos vários nomes e alternativas”, afirmou.

Entre os nomes cotados, Mendes destacou o atual vice-prefeito e secretário de Governo, Jeová Alencar (Republicanos), ressaltando o perfil político do aliado, mas ponderando sobre a dificuldade de liberá-lo da função.

“O Jeová não é fácil ir, ele tem me ajudado muito aqui. Mas ele tem perfil, ele tem os pré-requisitos. Mas é uma decisão difícil, não é fácil”, avaliou.

O prefeito também comentou sobre o secretário municipal de Educação, Ismael Silva (Progressistas), apontado nos bastidores como possível opção. Segundo Mendes, o próprio gestor já teria descartado a candidatura.

“É um bom nome (Ismael Silva), mas ele me disse que tinha desistido que ele não é candidato, ele disse que não queria ser candidato a nada”, disse.

Por fim, o prefeito defendeu que integrantes da gestão tenham autonomia para decidir sobre participação no processo eleitoral, reforçando que a prioridade deve ser a contribuição para o desenvolvimento da cidade e do estado.

“Um membro da equipe, e que trabalha comigo, tem que ter a liberdade de ser candidato ou não ser candidato, de ir para o partido que quiser. Eu não tenho preconceito contra nada e ninguém. Cada um deve olhar em como pode contribuir e fazer para ajudar a cidade e o estado. Essa é a pergunta. O resto é secundário”, concluiu.


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