O vereador Dudu (PT) afirmou, em entrevista à O Dia TV nesta sexta-feira (17), que mantém apoio à pré-candidatura de Draga Alana (PSD) a deputado estadual, e rebate a acusação de infidelidade partidária com um argumento de que o PSD está na base do PT.
Para o parlamentar, a aliança faz sentido porque a sigla apoia Júlio César (PSD) como um dos dois nomes do partido ao Senado, ao lado de Marcelo Castro (MDB). Dentro desse arranjo, apoiar um nome do PSD não seria trair o PT, mas seguir a mesma estratégia política.
"Não é infidelidade até porque ele está na base do PT, da estratégia nossa. Seria uma infidelidade se ele fosse do Progressistas ou do União Brasil, que são nossos adversários. Todo esse time está junto num processo e em um projeto, quem estiver junto, não é infidelidade", defendeu o parlamentar.
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Dudu comentou que defendia que Draga Alana disputasse pelo próprio PT. Na sua avaliação, havia espaço para o nome do vereador na chapa masculina, e a presença dele fortaleceria a meta do partido de eleger até 15 deputados estaduais. O que abriu caminho para o PSD foi justamente a ruptura entre MDB e PSD, que gerou vagas na legenda.
"Tínhamos a quantidade de vagas de homens preenchidas naquele momento, e eu dizia na direção que não estava completo, pois tínhamos o percentual das chapas. Mas infelizmente ou felizmente, acabou que houve essa ruptura do MDB com o PSD, lançando a chapa", disse.
Segundo Dudu, o apoio a Draga Alana não é isolado, um grupo de petistas acompanha o movimento, incluindo o ex-presidente municipal do PT, Cícero Magalhães. O vereador projeta votação expressiva em Teresina, em referência direta ao desempenho do parlamentar em 2024, quando foi o vereador mais votado da capital, com 9.233 votos.
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