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Ana Fidélis nega “fogo amigo” entre Republicanos e MDB na disputa por vagas na Câmara Federal

A vereadora de Teresina e candidata a deputada federal Ana Fidélis (Republicanos) negou a existência de “fogo amigo” entre Republicanos e MDB na disputa por cadeiras da bancada piauiense na Câmara dos Deputados. Nos bastidores, a expectativa é de que a composição final possa colocar nomes das duas legendas em disputa direta por uma das últimas vagas destinadas ao Piauí.

Assis Fernandes / O DIA
Ana Fidélis, vereadora de Teresina

Entre os nomes citados nas articulações estão os deputados Marcos Aurélio Sampaio (MDB) e Jadyel Alencar (Republicanos). Questionada sobre um possível acirramento entre as duas siglas, que integram a base governista, Ana Fidélis afirmou que cada partido e candidato está concentrado em seus próprios objetivos eleitorais.

“Não [há fogo amigo], cada um está fazendo seu trabalho, tenho certeza que cada um tem seus objetivos, suas metas. E é isso, é cada um seguir aquilo que busca e eu tenho certeza que é sempre para mais resultados para o nosso estado”, relatou.

Com o início da campanha eleitoral de 2026, Ana Fidélis também avaliou a organização do Republicanos para a disputa proporcional. Candidata à Câmara Federal, a vereadora afirmou que o partido mantém o trabalho iniciado ainda durante a fase de articulações e destacou que sua candidatura está pautada na busca por ampliar a representação política do estado.

“Continuamos caminhando com passos firmes desde o início, com muito propósito, responsabilidade, compromisso, porque quando se coloca um nome à disposição, então você está se comprometendo em somar forças para que o melhor chegue para o nosso estado, município, que seja. E a Ana Fidélis tem esse compromisso com o Piauí. O Piauí me abraçou e é um compromisso meu, de muita responsabilidade, continuar fazendo a minha parte, buscando sempre o melhor”, declarou.

Apesar das projeções de uma disputa apertada entre legendas da própria base governista, Ana Fidélis evitou alimentar um confronto entre Republicanos e MDB e tratou a concorrência como parte natural da disputa proporcional pelas vagas do Piauí na Câmara dos Deputados.