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Colombiano procurado pela Interpol por homicídio é preso pela PF em Piripiri

Um colombiano procurado internacionalmente pelo crime de homicídio agravado foi preso pela Polícia Federal (PF) na última segunda-feira (03), no município de Piripiri, no Norte do Piauí.

O homem era alvo de Difusão Vermelha, um alerta global enviado a 196 países para localizar e prender provisoriamente um foragido da justiça que está no exterior, da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) e tinha contra si um mandado de prisão preventiva para fins de extradição expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Divulgação/Secom/Agência Brasil
Colombiano procurado pela Interpol por homicídio é preso pela PF em Piripiri

Segundo a PF, o estrangeiro é procurado pelas autoridades da Colômbia para o cumprimento de uma pena superior a 17 anos de prisão. A condenação está relacionada ao crime de homicídio agravado, praticado naquele país.

De acordo com as informações divulgadas pela corporação, a presença do colombiano em território piauiense foi identificada durante ações de investigação. A partir disso, foram iniciados os procedimentos de cooperação policial internacional entre Brasil e Colômbia.

Como resultado dessas medidas, a Interpol publicou uma Difusão Vermelha em nome do foragido. O mecanismo funciona como um alerta internacional para localização e prisão provisória de pessoas procuradas pela Justiça, para viabilizar futuros pedidos de extradição.

Após o pedido formal de extradição apresentado pelas autoridades colombianas, o Supremo Tribunal Federal decretou a prisão preventiva do investigado para fins de extradição. Com o mandado expedido, equipes da PF localizaram e prenderam o homem em Piripiri.

O órgão não informou há quanto tempo o estrangeiro estava no Piauí, nem divulgou detalhes sobre as circunstâncias em que ele foi localizado. A identidade do preso também não foi revelada.

Após a prisão, o colombiano foi submetido aos procedimentos legais previstos para esse tipo de ocorrência e permanece à disposição do STF. Cabe ao órgão conduzir o processo de extradição passiva, que analisa o pedido apresentado pelas autoridades colombianas e verifica se foram cumpridos os requisitos previstos na legislação brasileira e nos tratados internacionais firmados pelo Brasil.

Enquanto o processo estiver em andamento, o colombiano permanecerá preso por determinação judicial, aguardando a decisão sobre a eventual entrega às autoridades da Colômbia.