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O que os investidores devem ter em conta antes de investir em Solana

O Brasil é um dos países onde mais criptomoedas se movimentam. Dados recentes dizem que está no top 5 mundial e estima-se que o número de brasileiros que usam criptomoedas ronde os 16 e os 18 milhões, ou seja, estamos a falar de 8% de brasileiros. A tendência é que este número continua a aumentar e torna-se importante falar mais sobre o tema para que os brasileiros tomem decisões informadas. 

Hoje vamos falar da Solana, mas muito que está presente neste artigo também se aplica a outros criptoativos. Antes de mais, importa dar algum contexto. O solana preço hoje, 24 de abril, ronda os R$429.8 e conta com um market cap (valor de mercado) de R$247.5B. Em termos de popularidade, é a 7ª mais popular. Perante isto, importa também perceber os motivos.

Por que Solana ganhou relevância entre investidores brasileiros

Nos últimos anos, Solana deixou de ser apenas uma promessa tecnológica e consolidou-se como uma infraestrutura relevante dentro do universo cripto. Um dos fatores mais citados por analistas é a sua capacidade de processamento, que permite milhares de transações por segundo com taxas extremamente baixas.

Além disso, o crescimento de aplicações baseadas na rede, como NFTs, finanças descentralizadas (DeFi) e tokenização de ativos reais, aumentou a procura pelo token SOL. No Brasil, esse movimento acompanha uma tendência global de digitalização de investimentos, incluindo ativos como imóveis fracionados e títulos privados registrados em blockchain.

Outro ponto importante é a evolução da estabilidade da rede. Problemas técnicos observados no passado foram reduzidos com melhorias contínuas, o que reforçou a confiança institucional e atraiu novos perfis de investidores.

O que define um canal confiável para investir em Solana

Especialistas do mercado financeiro e de tecnologia concordam que a escolha do canal de investimento é um dos fatores mais importantes para quem deseja investir em criptomoedas com segurança. Em vez de focar apenas na popularidade de uma plataforma, o investidor deve avaliar critérios objetivos.

Plataformas globais como a Binance ganharam relevância no Brasil devido à elevada liquidez, variedade de ativos e integração com métodos de pagamento locais. Mais que isso, especialistas recomendam avaliar fatores como segurança, transparência e conformidade regulatória antes de escolher onde investir.

Segurança e proteção de ativos

A segurança é o primeiro ponto a ser analisado. Plataformas confiáveis adotam medidas como autenticação em dois fatores (2FA), armazenamento em cold wallets e sistemas avançados de proteção contra ataques cibernéticos.

Além disso, mecanismos como prova de reservas e fundos de proteção ajudam a garantir maior transparência e segurança para os utilizadores.

Liquidez e execução de ordens

Outro fator essencial é a liquidez. Canais com maior volume de negociação permitem que ordens sejam executadas rapidamente, reduzindo o impacto de variações de preço. Isso é especialmente importante em ativos voláteis como criptomoedas, onde pequenas diferenças de preço podem afetar significativamente o resultado final da operação.

Taxas e transparência

Custos operacionais também devem ser considerados. Taxas de negociação, spreads e custos de saque podem variar bastante entre plataformas.

Mais importante do que pagar menos é entender claramente quanto se está a pagar. A transparência nas taxas é um indicador relevante de confiabilidade.

Integração com o sistema financeiro brasileiro

Para investidores no Brasil, a facilidade de movimentação em reais é um diferencial importante. Canais que oferecem integração com métodos de pagamento locais tornam o processo mais simples e acessível, especialmente para iniciantes.

Principais formas de investir em Solana

Além da escolha da plataforma, também é importante entender os diferentes canais disponíveis para investir em SOL.

Compra direta (spot)

A forma mais comum é a compra direta do token SOL, permitindo ao investidor ter posse do ativo. Esse método é simples e adequado tanto para iniciantes quanto para investidores experientes. Plataformas confiáveis como Binance oferecem isso para os usuários.  

Staking

O staking é outra alternativa bastante utilizada. Nesse modelo, os investidores delegam seus tokens para validadores da rede e recebem recompensas periódicas.

Essa estratégia é vista como uma forma de gerar rendimento passivo, embora envolva riscos associados à rede e aos validadores escolhidos.

Custódia própria (auto-custody)

Investidores mais experientes optam por armazenar seus ativos em carteiras próprias, garantindo controle total sobre os fundos.

Esse modelo elimina riscos de terceiros, mas exige maior responsabilidade na gestão de chaves privadas e segurança digital.

Estratégias recomendadas para iniciantes

Para quem está começando, especialistas recomendam evitar decisões impulsivas e adotar estratégias consistentes.

Uma das mais indicadas é o DCA (Dollar Cost Averaging), que consiste em investir valores fixos de forma periódica. Essa abordagem reduz o impacto da volatilidade e ajuda a construir posição ao longo do tempo.

Outra recomendação é diversificar. Embora Solana seja um projeto relevante, concentrar todo o capital em um único ativo aumenta o risco.

Regulamentação e cenário no Brasil

O ambiente regulatório brasileiro evoluiu significativamente nos últimos anos. A atuação de órgãos como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Banco Central trouxe maior clareza para o mercado de criptoativos.

Isso contribui para aumentar a confiança dos investidores e incentiva o desenvolvimento de soluções mais seguras e alinhadas com normas internacionais.

Além disso, a obrigatoriedade de declaração de criptoativos no Imposto de Renda reforça a necessidade de organização e transparência por parte dos investidores.

Investir em Solana ainda vale a pena em 2026?

De forma geral, especialistas consideram que a Solana continua sendo uma opção relevante dentro do mercado cripto, principalmente devido à sua utilidade e crescimento do ecossistema.

No entanto, é importante destacar que o investimento em criptomoedas envolve riscos elevados. A volatilidade, mudanças regulatórias e fatores macroeconômicos podem impactar significativamente o desempenho do ativo.

Por isso, a decisão de investir deve sempre considerar o perfil de risco do investidor e seus objetivos financeiros.


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