O presidente do Partido dos Trabalhadores no Piauí, Fábio Novo, afirmou que a homenagem da escola de samba Acadêmicos de Niterói ao presidente Lula foi uma forma de reconhecimento às ações realizadas pelo governo petista nos últimos três anos de gestão no país.
A agremiação foi para a avenida com o enredo "Do Alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil", escolha que gerou críticas e ações judiciais da oposição junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As ações foram dos partidos Novo e Missões, que argumentaram na liminar propaganda antecipada, já que o samba-enredo retrata a história do presidente Lula, que concorre à reeleição este ano. A argumentação aponta que a medida ultrapassa o caráter cultural. No entanto, o TSE rejeitou as representações, permitindo o desfile da escola de samba, mas impôs limitações à participação de parlamentares e políticos na avenida.
“Ora, a extrema-direita esperava homenagens na Sapucaí? Quando governou, fechou o Ministério da Cultura e perseguiu artistas e as artes. O cinema voltou com força e prêmios, e os hotéis do Rio estão com 98% de ocupação neste Carnaval.”, disse Fábio Novo.
Segundo o presidente do PT, a gestão do presidente Lula e dos governos de esquerda sempre valorizaram a cultura e o investimento em festas como o carnaval traz retorno econômico. Ele citou a injeção de R$ 18,6 bilhões na economia com a data festiva.
“A cultura que a esquerda sempre valorizou e investiu faz deste fevereiro a 3ª melhor data da economia. É o melhor carnaval da história! São R$ 18,6 bilhões de injeção! Só perde para o Natal e o Dia das Mães. Homenagear Lula não é propaganda, é reconhecimento. O resto é mimimi!”
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Mesmo com a permissão do TSE para a realização da apresentação da Acadêmicos de Niterói, o partido Novo disse que ainda pedirá a inelegibilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quando for formalizado o registro da candidatura à Presidência da República, cujo prazo termina em 15 de agosto. A sigla justifica que a escola de samba recebeu repasse de dinheiro público para a realização do desfile, mesmo que o valor tenha sido destinado a todas as agremiações. A direção do PT nacional já argumentou que não há fundamento jurídico para a inelegibilidade.
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