O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora na função renal e segue sem previsão de alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), segundo boletim médico divulgado na manhã deste sábado (14) pelo Hospital DF Star, em Brasília.
De acordo com o comunicado, Bolsonaro permanece internado para tratamento de uma broncopneumonia bacteriana. Apesar de estar clinicamente estável, os médicos identificaram alteração em alguns indicadores de saúde.
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Segundo a equipe médica, o ex-presidente segue em tratamento intensivo. Entre as medidas adotadas estão antibióticos, hidratação por via endovenosa e acompanhamento clínico contínuo.
O boletim também informa que Bolsonaro realiza fisioterapia respiratória e motora, além de medidas preventivas para evitar trombose venosa. A equipe médica destacou ainda que não há previsão para a saída da UTI neste momento.
“Encontra-se estável clinicamente, porém apresentou piora da função renal e elevação dos marcadores inflamatórios. Mantém o tratamento com antibióticos e hidratação por via endovenosa, fisioterapia respiratória e motora, além das medidas de prevenção de trombose venosa”, informou o hospital no comunicado.
Bolsonaro foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana após apresentar sintomas como febre e calafrios. Ele foi internado na manhã de sexta-feira (13) no Hospital DF Star, em Brasília.
De acordo com informações da equipe médica, o ex-presidente está consciente e não precisou ser intubado. O boletim também indica que o desconforto respiratório foi amenizado após o início do tratamento.
Histórico de saúde
Desde que passou a cumprir pena após condenação por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro já apresentou outros episódios de problemas de saúde. Em setembro do ano passado, ele precisou de atendimento médico após apresentar vômitos, tontura e queda de pressão.
Em janeiro deste ano, quando estava detido na Superintendência da Polícia Federal, o ex-presidente foi internado após passar mal e bater a cabeça dentro da cela. Bolsonaro foi transferido para uma sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”, em Brasília.
A defesa do ex-presidente chegou a pedir prisão domiciliar alegando fragilidade no estado de saúde. No entanto, o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
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